Cerca de dois anos atrás o blog Delicious:days publicou o artigo “Foodblogging – Do’s and Don’ts” com algumas dicas sobre essa fatia da internet que o PratoFundo e muitos leitores fazem parte.
Acredito que nesses dois anos de existência do blog aprendi muita coisa, quebrei a cara várias vezes, tive sucesso em outras. Então, gostaria de deixar minha contribuição tendo como base a realidade nacional e como algumas coisas não mudaram praticamente nada nesse meio tempo.
Este é um exemplo dos artigos que mencionei no começo do mês. Espero que seja útil. :)
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Inove. Qual o seu valor?
Existem muitos, mas muitos blogs/sites que falam de comida, isso é um fato indiscutível. Para cativar o leitor é preciso criar valor, ou seja, tenha um diferencial.
A maneira de escrever, uma receita e fotos de qualidade, informações utéis, dicas e técnicas. Aquele seu almoço trivial, mal feito, mal apresentado não é o que o seu leitor quer.
Não adianta inovar se não compartilhar. Por exemplo, seu o artigo é sobre macarons, ficaram perfeitos, lindos de morrer. Mas você não conta como os fez e não fornece nenhuma dica, simplesmente não é nada legal.
Olá, prazer! Meu nome é…
Identifique-se! Não existe nada mais frustrante quando você chega num blog (que você gostou pra caramba), mas o autor em nenhum momento se personifica! Isso se relaciona com o primeiro item: seja único, seja diferente, seja você. Aproveito a deixa, faça uma página, um post, um texto apresentando quem você é e um pouco sobre o blog.
Assim, fica mais fácil dos seus leitores lembrarem do seu blog. Quando digo para ser você não quer dizer que precisa despejar toda a sua vida íntima na internet, nada disso. Blog é uma ferramenta de comunicação, ou seja, comunique-se com os leitores como faria em outro meio.
O mesmo conceito vale para o seu blog em si, o que ele traz de diferencial? Pare e pense: porque outras pessoas iriam querer ler o seu blog? E não me venha com essa: não me importo com isso. Mentira! Se você escreve, em algum lugar da sua cabeça você que sim ser lido! :P
Tecnologia é para ser usada
Fazer um blog é a coisa mais simples que existe, em poucos cliques você já consegue escrever um texto e publicá-lo. Tudo graças a tecnologia, então, vamos usá-la para facilitar o nosso dia a dia.
Serviços de blogs: o mais comum é o Blogger, alguns anos trás o LiveJournal foi bem popular também. Um dos mais novos é WordPress.com (.com e o .org são diferentes). Existem serviços brasileiros, mas não são interessantes quanto os estrangeiros.
.COM, .BR, .NET: Se você tem o blog a mais de um ano, realmente gosta de falar e escrever sobre gastronomia em geral. Recomendo que pense na idéia de “comprar” um domínio com o nome do seu blog. Hoje em dia o processo está muito mais fácil e barato que anos atrás. Já é possível pessoa física (CPF) ter um site com terminação .com.br, antigamente só quem tinha CNPJ (pessoa jurídica/empresa).
Por quê? Nada contra os serviços gratuitos, mas um blog com domínio próprio proporciona um ar mais sério, respeitoso, mais profissional. E para quem pensa ganhar dinheiro ou usá-lo como vitrine de seu trabalho, não há nem o que discutir.
Serviço de hospedagem: seria um próximo passo depois de comprar um domínio para o blog. Pagar por um serviço de hospedagem gera um custo, gera. Entretanto, o seu leque de opções aumenta, além de não ficar limitado com as imposições dos gratuitos.
Pesquise antes de contratar um serviço desses, existem muitas empresas que oferecem rios de ofertas, mas a prestação do mesmo é ruim. Caso o pacote que deseja for muito além do que precisa, divida com alguém. Foi assim que consegui ter o Prato, divido os serviços de hospedagem com alguns amigos. Isso dilui o investimento/gasto.
Feed-me, RSS, Boletim informativo: disponibilizar Feed/RSS é uma das maneiras de fidelizar o seu leitor. Se ele teve o trabalho de cadastrar seu blog num desses leitores de feed é porque realmente quer acompanhar o que você escreve, além de agilizar e poupar tempo. Praticamente todas as plataformas de blogs hoje em dia disponibilizam um link para o feed do blog. Utilizo o Feedburner para gerenciá-lo, com ele é possível acompanhar a audiência.
Não gosto muito quando o artigo não é mostrado inteiro via feed. Em alguns casos é limitação do serviço usado, em outras o autor do blog decidiu fazer isso. Na grande maioria das vezes deixou de ler o blog que pratica isso, se quero ler via feed é justamente para poupar tempo.
Com o Feedburner consigo também criar um boletim informativo para quem desejar receber os artigos via email quando o blog for atualizado. Há outros sites com serviços mais específicos, como o FeedBlitz, porém é pago.
A gente come primeiro com os olhos
Um blog bem apresentado com um layout bacana, organizado, com cores coerentes, ganha vários pontos. A primeira impressão é a que fica.
Layout: aprenda a mexer (ou ao menos uma noção) com design e codificação (HTML, php, CSS) ou ficará a mercer de layouts prontos ou terá que pagar alguém para fazer. Nada contra nenhum dos dois, mas nem sempre você consegue obter aquilo que havia imaginado.
Num jargão mais técnico, mantenha seu código fonte limpo, sem muitas frescuras e hacks. Precisa ser bem visualizado no Internet Explorer (6, 7, 8) e Firefox, principalmente. Eu sei que o IE 6 é a pior coisa para designers e programadores, mas a grande massa ainda o usa. Nem ouso falar do IE 5.
Fotografia: não precisa ser um J.R. Duran da vida para tirar boas fotos. Todo mundo sabe quando uma foto ficou ruim, porém preferimos ignorar isso, né? :P
E também, não precisa ter uma camera super high-tech, última geração. É necessário saber usar a ferramenta que possui. Se não souber não adianta nada ter um equipamento potente, mas subutilizado.
A fotografa Claudia Regina destrincha isso com mais propriedade do que eu no texto “O equipamento não faz de ninguém um bom fotógrafo.”
Conteúdo & Frequência
Não adianta ser apenas lindo, ter conteúdo é uma das chaves para que o leitor volte. Somando com a frequência com que você atualiza o seu espaço. Deixar muito tempo parado não é nada legal.
Nicho: decida sobre o que deseja falar e atenha-se a ele. Definiu que deseja falar sobre comida, certo? Então, aquele seu artigo sobre rodas de liga leve ou como reformar o banheiro em três etapas não entram no contexto do blog. Claro, ampliar a paisagem toda dentro do seu assunto é bem vindo.
Por exemplo, viajou e fez um mini tour gastronômico na região e tem dicas bem bacanas? É algo válido a ser dividido.
Público: como meu amigo Martins disse alguns anos atrás: “Quem escreve escolhe seus leitores.” Fato que nunca esteve tão aparente quanto nos tempos atuais.
Alguns autores de blogs prezam por visitantes paraquedistas-do-Google que clicam em tudo quanto é link. Tendo como única meta ser um caça-níqueis, porém esse perfil de visitante não fideliza e dificilmente retornará. Não se iluda, existem milhares de blogs assim que atingem com louvor o objetivo de obter lucro. Mas com conteúdo de gosto duvidoso.
Por outro lado, existem tantos outros que desejam ter leitores. Pessoas que realmente estão interessadas em ler o conteúdo, gostam do assunto, “falam” a mesma língua que o autor e acabam fidelizando ao blog.
Conteúdo: ser apenas um repositório de receitas não deve ser lá muito interessante. Sem falar que sites com esse perfil existem de monte.
Um artigo só com a receita sem as suas impressões dizendo se deu certo ou errado, sugestões de como e onde servir e afins é um tanto chato (ao menos para mim).
Posso dizer que é imprescindível agregar mais valor ao seu texto. Originalidade na receita, na maneira de escrever, na técnica usada, na foto… as possibilidades são infinitas. Todo mundo desconfia que possui alguma qualidade mais dilapidada que as outras, mas não a usa. Use-a.
Não mate a língua portuguesa: blog é informal, mas não precisa destruir a gramática e a ortografia das palavras. Ter um dicionário em mãos é de grande valia. Não tem nenhum? Sem problemas: Michaelis Online para quem quiser utilizar. (sei que não sou a pessoa indicada para falar isso, mas tento melhorar sempre!)
Frequência: tente ser o mais constante possível para que os leitores percebam o ritmo de atualização. Não, não precisa escrever várias vezes e todos os dias. Bom, se quiser… a vontade. Tente definir um padrão: duas vezes, três vezes na semana? Dia sim, dia não? Quem decide isso é você.
Gosto de atualizar o Prato três vezes na semana (segunda, quarta e sexta), mas nem sempre é possível. Entretanto, me esforço para conseguir. Assim, me obrigo a planejar e concluir os textos. E olha que bacana, além de cozinhar mais, acaba exercitando a disciplina! :D
A receita é de quem?
Quando se publica uma receita o leitor pressupõe que você a fez e deu certo. Seja o mais honesto quando compartilhar uma, sendo claro nas instruções e em todos os detalhes. Conte caso alguma coisa inusitada tenha dado errado e como fez para consertar.
É virtualmente impossível ter receitas 100% originais sempre, muitas vezes fazemos uma inspirada em outras. É de bom tom dar o crédito para quem merece, e cuidado ao utilizar livros como fonte de inspiração. Normalmente as editoras não gostam nenhum pouco de terem seu conteúdo distribuído de graça, a não ser que você tenha autorização para isso.
Plágio não é elogio
A cópia de material alheio é uma prática bem recorrente na internet. As pessoas tem a falsa sensação de que se está na rede é livre, concepção mais errada possível.
Só porque disponibilizei algo na rede não quer dizer que possa ser usado sem mais nem menos. É tudo protegido por direitos autorais e intelectuais.
Em alguns casos quem faz isso não tem ideia de que é errado e fez sem a intenção. Mas a grande maioria faz consciente, o que existe de gente esperta querendo faturar as custas dos outros não é brincadeira.
Quer utilizar uma receita, fotos e etc no seu blog, pergunte antes para o autor da obra. Dificilmente a resposta será negativa, perguntar não custa nada.
E jamais, jamais e jamais: use fotos de banco de dados ou do flickr para ilustrar uma receita. Isso é feio, anti-ético e engano o leitor. Fez a receita, mas não tem como tirar foto? Publica sem foto.
Educação é SEMPRE bem-vinda
Acredito que ninguém goste de pessoas negativas e mal educadas por perto. Da mesma maneira não é nada legal ficar se achando por ter um blog. Tipo: oi? É só um blog! Você só tem reconhecimento/sucesso/relevância por causa dos seus leitores. Sem eles você não é nada.
Claro, não é para ser uma barata tonta. O blog é seu, não gostou do tom, das palavras, tinha baixo calão? Deleta, simples e fácil. Não vale a pena se estressar por pouca coisa. Creio que muitos começaram o blog justamente para desestressar, não? :)
A recíproca também é verdadeira. Trate os leitores-comentaristas com educação, sem estrelismo, sem esnobação. Seja humilde.
Seja sociável, não chato!: Querer que o seu blog seja conhecido é uma coisa, mas insistir nisso é outra. Visitar e comentar em outros blogs é bacana, forçar a amizade é extremamente mal visto. Considerando que somos todos curiosos, o dono/editor do blog irá acessar seu site caso você o deixe no campo indicado. Não precisa se fazer de “fofo” para que isso aconteça.
Vamos trocar links: uma das melhores maneiras de se conseguir novos visitantes é linkar e ser linkados por outros blogs de comida, melhor ainda se for dentro de um artigo. A lista de links também é bacana por ser algo constante.
Propaganda é a alma do negócio: digamos que sim. Saiba se promover, mas sem queimar a sua imagem. Existem lugares em que você pode cadastrar seu blog para que outras pessoas o conheçam. Atualmente o que está em voga (e que muitos de nós já fazíamos antes) é o chamado mídia social, ou seja, esses canais abertos de diálogo com os leitores.
Indexadores geral: Blogblogs (nacional) e Tecnhorati (internacional), a grosso modo esses dois serviços indexam (catalogam) o seu conteúdo e caso alguém procure um termo, o seu blog pode ser o resultado da busca. Oferecem outros serviços como ranking, autoridade, favoritar…
Focados em comida
- Cozinhas do Mundo: serviço criado pela Elvira (Elvira’s Bistrot) para compilar blogs de comida, mas só os da língua portuguesa! Após cadastro (e aprovação) toda vez que atualizar seu blog, ele será listado lá.
- Tastespotting: não chega a ser um indexador propriamente dito. É necessário cadastro também, porém só irá aparecer lá caso você envie um artigo específico com foto! Um catálogo de receitas do mundo inteiro.
- Busca de Blogs Culinária e Gastronomia: é uma rede de busca com foco apenas e somente entre os blogs de comida! Ao invés de ter o Google buscando o mundo inteiro, esse serviço te retorna apenas resultados encontrados entre os blogs de comida. Existe versões em inglês, francês, espanhol e claro, português.
Outras opções são os microblogings, o mais famoso de todos é o Twitter. Que consiste em dizer em 140 caracteres alguma informação que desejar. Utilizo para fazer chamadas quando publico algum artigo novo e compartilhar alguma outra dica sobre comida. É bem bacana para aumentar a sua rede de contatos.
Aqui no Brasil existe a possibilidade de usar o Orkut como canal de comunicação, mas exige tempo e dedicação. Confesso que tentei, mas como os outros autores de blogs sabem… manter um não é nada fácil, hahahahah.
Leitores e você
É inevitável, não adianta reclamar! No fundo, você queria isso! :P Um dos grandes diferenciais de um blog e um site comum é esse canal aberto com o leitor. Tanto comentários quando email/formulário de contato direto.
Comentários: nem precisava dizer, mas não custa. Tenha um sistema de comentários no blog, isso melhora o relacionamento com quem te lê. Nessas conversar paralelas podem surgir amizades, oportunidades, dicas, pautas…
Em contrapartida, é preciso um sistema anti-spam. Evita comentários com palavras de baixo calão, além daquelas ofertas de medicamentos pra melhorar você sabe o quê ou aumentar aquilo lá também. hahahahah Para quem usa WordPress em servidor próprio tem Akismet (uso este) e Bad Behavior, por exemplo.
No blogger, tem os capctha (aquelas letras/números para digitar) ou moderação manual. Não se atormente caso precise deletar um comentário. Lembre-se: o espaço é seu. Não é democracia e muito menos a casa da mãe joana!
Contato: disponibilizar um email ou um formulário para um contato direto é de grande valia. Alguém gostaria de uma informação mais apurada, comentar alguma coisa em privado, fazer um convite, orçamento… as razões são infinitas.
Só esteja preparado para receber mais do que isso… propagandas, ofertas, perguntas, comentários absurdos vão aparecer. Mais cedo ou mais tarde.
Pessoas fofas-miguxas demais: pode ser uma visão pessimista do mundo, não sei. Porém, pessoas Pollianas demais me irritam e geram muita desconfianças. Ainda mais se tais pessoas estiverem representando alguma empresa que deseja parcerias.
Dinheiro!
É possível obter algum lucro com blog? Sim, claro! Mas… não é nada fácil. Exige paciência e muito trabalho. Não será da noite para o dia.
Particularmente, não vejo nada de errado em receber por fazer algo que gosta e que, até então, fazia de graça. Se querem te pagar para alguma coisa, analise, pese os prós e contras e seja feliz! :D Dinheiro é sempre bem-vindo.
Entretanto, tenha bom senso e não seja hipócrita. Por exemplo, diz nos quatro cantos do blog que não gosta de margarina, mas faz publicidade para um marca específica? Coerência, ao menos. Dinheiro não é tudo, é consequência.
Cortesia: em algum momento no crescimento do seu blog, você poderá receber ofertas de parcerias-cortesia. Ou seja, para que você receba algum produto para fazer uma apreciação. Mais uma vez, nada contra. Só deixe claro como funciona a sua política quanto a esse tipo de oferta.
As agências e empresas bacanas sabem que só o fato de enviar tal produto não significa que você irá comentar sobre. Caso comente, o bom senso sugere que se diga a verdade. Tanto se gostou ou não, conte quais os pontos que chamaram a atenção para o bem e para o mal. Numa situação extrema, o que foi enviado é muito ruim, você não se sente confortável em apontar os vários erros dele e é possível devolver. Devolva.
Veja bem, é uma resenha/review e não uma nota de release de lançamento. É muito mais fácil só falar que existe tal coisa do que dar a cara a tapa com a sua opinião.
Muito importante, confirme com o remetente se foi realmente ele que enviou tal material para você. Existem pessoas de todas as índoles no mundo, na internet não seria diferente.
Programas de monetização
- Adsense: é o sistema de propagandas do Google. São aqueles que vem escrito “Anúncios Google”. Você precisa se cadastrar no serviço e colocá-lo o seu blog. Dependendo de como for o seu público pode te render bem ou não.
- Submarino: você recebe uma porcentagem X sobre a venda de produtos originadas no seu blog. Mas toda transação é feita pelo Submarino, o único trabalho é colocar os banners e links de produtos.
- Propaganda direta: é quando você vende espaço publicitário no blog tanto para banner ou artigo pago. Normalmente o contato é feito por agencias de publicidade. Para que você seja escolhido ou cogitado é necessário ter ferramentas que monitorem a sua visitação (por exemplo, google analytics).
Considerando que o seu blog é de nicho (sobre gastronomia) saiba que o seu valor é alto, pois o público que acessa é especifico. Ou seja, realmente quer saber mais sobre determinado assunto. Isso eleva a sua relevância e claro, seu valor de mercado. Mas óbvio, o blog deve ter uma visitação expressiva. E quando pedem exclusividade não tenha pudores em aumentar a quantia.
Dificilmente uma grande empresa irá entrar em contato direto com você, para isso ela conta com algum tipo de assessoria que pode ser dentro da organização ou um serviço terceirizado.
Cuidado, mas muito cuidado com essas pessoas de contato/atendimento. Algumas se fazem de simpáticas, fofas, super amigas e agradáveis. Como se o mundo fosse um mar de rosas (eu sempre desconfio desse pessoal amigo demais).
Quanto maior a passividade pior a pessoa será. Acredite-me. Se você se rebela contra o molde do sistema dela, prepare-se para conhecer o verdadeiro lado macabro. Melhor conhecer uma pessoa mais agressiva, pois nesse caso a chance dela estar fingindo é menor.
Não se esqueça nunca: empresas não são boas ou ruins, seguem tendências de mercado. Elas não acordaram um belo dia e pensaram: “Nossa! Blogueiros são tão legais, vamos nos juntar a eles e viver felizes para sempre!”. Errado.
O mercado mostra que investir em blogs dará retorno (financeiro, claro). E muitas organizações estão apostando nisso. Até este ponto, nada de errado. O problema é quando não se joga limpo. Uma negociação só é boa quando os dois lados ganham.
Algumas agências/empresas usam uma máscara linda, mas por dentro é comandada por pessoas sem escrúpulos nenhum. Que só querem levar vantagem em tudo, e pior, em cima de outras pessoas.
É muito mais interessante captar conteúdo gerado por blogueiros do que ter várias equipes de jornalistas para produzi-lo. O custo de se manter colaboradores é bem mais alto, não? Faça as contas.
Ou seja, exija respeito. Não se venda por espelhos.
Tudo junto e misturado
O que foi dito até agora são apenas e nada mais do que sugestões. Faça aquilo que acreditar ser mais intessante, invente novas, faça do seu jeito.
É somente um blog, você o começou por diversão, não é mesmo? Não se leve e nem o blog muito a sério. Saia e viva. Tenha sempre isso em mente. :)

Tá, pode rir. Hahahahahahahah! :D
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Caso tenha uma dúvida e/ou sugestão sobre algum tema (gastronomia e blogs) é só comentar ou entrar em contato. Quem sabe não vira um artigo!
Foto por 






analogia e dicas perfeitas! Parabéns, virei fã.
@tiagomx
Uma das minha inspirações para começar a blogar foi o blog da Simone e o seu. Tinha muita curiosidade sobre as espumas, e no seu encontrei um artigo que falava sobre elas.
Muito Boas a suas dicas. Posso fazer uma pergunta? O feedburner funciona para o wordpress? Pretendo comprar o meu domínio logo vc tem alguma dica?
Beijos
Amanda
Sensacional o post!
Muita gente tem vontade de começar, mas não sabe como… eu era assim!
Demorei um ano pra por o CP no ar… mas fiz tudo bem direitinho, acredito que os resultados vieram acima do que esperava!
Parabéns pelo post, velho!
Leandro
B-O-A !!
Lembro-me de ter lido esse artigo no Delicious Days, um blog que muito admiro e que já lia, mesmo antes de ter o meu.
Esses conselhos deviam ser lidos por todos os blogueiros de gastronomia. Eu também sou muito desconfiada com pessoal muito “kiducho” que deixam comentários tolos e dão mimos e selinhos a torto e a direito, mas há gente que adora e ao fim e ao cabo parece que na net há espaço para tudo.
Mais uma vez adorei a rã :)
Sabe que eu gosto tanto desses bichinhos que sou incapaz de comer perninhas de rã, e dizem que é um petisco…
Um abraço
Moira
Olá, a pouco tempo venho lendo seu blog, faço faculdade de gastronomia e gosto muito de suas dicas e receitas (ainda não fiz nenhuma pq faltou tempo, mas ainda farei).
Gostei do post, foi bem objetivo e útil pois muita gente
tem ideia de criar um blog e nunca sabe o que fazer.
Virei fã do blog, e leitora assídua!
Um abraço,
Luiza
@Tiago: Agradeço os elogios! :D A gente faz o que pode e agradecemos a preferência, hahahahah.
@Amanda: Humm… o Feedburner funciona em praticamente em todo site que tenha o endereço para RSS. Porém, não sei como o wordpress gratuito está lidando com isso hoje em dia. Mas creio que não ocorra problemas.
@Leandro: começa é o mais fácil, manter são outros 500! Como a gente bem sabe, né? heheheh
@Janna: yyyyyeeeeeeap! :D
@Moira: gosto tanto de anfíbios, principalmente os da ordem anura. Aqui no Brasil pernas de rãs são petiscos em alguns lugares, tenho vontade de experimentar. Mas fico com pena do bicho, hahahah
@Luiza: uia, faz gastronomia onde? Que bacana! :D Agradeço os elogios e fique a vontade!
Gostei muito das dicas e muitas vou adotar no meu blog! :) Brigadim!
Bjs
Olá, tudo bem?
Gostaria de sua autorização para linkar seu site no meu, pois acho muito importantes as dicas que você dá, além de gostar muito da forma como você coloca os fatos nos seus textos.
O endereço do site é:
http://www.tecnocook.com.br
e a área de receitas (em subdomínio)
receitas.tecnocook.com.br