Resenha: “Deliciosos e Disfarçados” de Jessica Seinfeld

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Livro: Deliciosos e Disfarçados

Toda pessoa que já esteve em refeições com crianças pequenas sabe que fazê-las comer verduras e legumes pode ser uma tarefa árdua. Não precisa ser mãe ou pai.

Jessica Seinfeld (sim, ela é esposa do comediante Jerry Seinfeld) sabia e passava por isso em praticamente todas. Ela é mãe de três com idades variadas e até que um dia teve a idéia de misturar legumes na comida… sabe como é, dando aquela tapeada nascriança e deu certo! :) Vai dizer que você mãe, pai, tia, tio e afins nunca fizeram isso? Misturar uma cenoura no feijão, uma abobrinha na torta…. Heheheh

A partir desse dia, a rotina nas refeições mudaram na casa da Jessica e suas receitas, aparentemente, normais se não fosse o fato de terem um ou mais vegetais disfarçados no meio na forma de purês.

A publicação propõe um programa de 4 etapas a serem seguidos para facilitar o dia-a-dia. Como boa parte dos vegetais são usados na forma de purê, a autora sugere que sejam feitos antes e congelados para agilizar.

Dá dicas de quais equipamentos e ingredientes interessantes para se ter em casa, além de como fazer os purês. E para ter um embasamento nutricional, o livro conta com a ajuda da nutricionista Joy Bauer que fica com a parte saudável.

As receitas são dividias em três grupos: café da manhã, refeições e sobremesas. Um dos pontos altos é: recheados de fotos! Sim, ter fotos já ganha muitos pontos na minha opinião. :D

Ainda não tive oportunidade de testar as receitas, minha idéia era fazer uma de cada seção. Hei de fazer! Digamos que no momento, estou impossibilitado tecnicamente, heheheh. Quero fazer o Bolo de chocolate (com beterraba), Bolo para o Lanche (com abóbora-menina), Lasanha (com batata-doce e couve-flor). Uma receita a mais seria o Brownie (com cenoura e espinafre).

A variedade de receitas é grande, não se restringe apenas em bolos e doces! Tem ovos verdes (com espinafre), mingau de aveia (com abóbora ou batata-doce), canja de galinha e letrinha (com couve-flor e batata-doce), nugetts de tofu (com espinafre, brócolis ou ervilha) e uma infinidade de outras sugestões.

Tenho duas ressalvas ao livro, não sei se transformar os vegetais em purês é a melhor coisa do mundo, pois dependendo do alimento é perdido alguns nutrientes ou são oxidados (leia-se: ficam escuros, como maçã e abacate). Além de é que preciso tempo para prepará-los, mas isso já é questão de organização pessoal. :)

Uma pequena correção quando a Joy Bauer fala sobre gorduras. Está escrito “gorduras monossaturadas” que quimicamente falando não existem, ao invés de “gorduras monoinsaturadas”. Pelos exemplos dados chega a conclusão que se trata das monoinsaturadas, porém só por quem gosta de química orgânica percebe. Detalhe mínimo, mas faz toda a diferença do mundo. Pode ter sido equívoco na tradução ou no original, não sei como está em inglês.

Deliciosos e Disfarçados de Jessica Seinfeld.
Editora Ediouro
Preço médio: R$49,40

Compromisso com a verdade.

[Complemento]
Um complemento após o comentário da Mariana (Caos na Cozinha), as receitas que eu escolhi foram do meu gosto. O livro não é feito só com receitas de bolos e doces, não creio que passei esta impressão ou passei? Tem algumas, sim. Existem outras como: purê de batata e couve-flor, ensopado de carne e brócolis, pizza de pão pita integral e espinafre, cookies de aveia e passas. Além, autora sugere alguns snacks antes das refeições, como: tiras de aipo e cenoura crus.

Não creio que seja uma falsa solução num primeiro momento, mas sim uma ferramenta para começar a introduzir tais alimentos no paladar da criança. E com o tempo não será mais preciso esses artifícios, assim, penso eu. Acredito que não se pode generalizar, na teoria é fácil querer que os pequenos comam vegetais, mas na prática… quando não quer, não quer. Forçá-los ou suborná-los com guloseimas, na minha modesta opinião, não é a melhor solução e tira todo o prazer que comer é.

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21 Comentários (Deixe o seu!)
  1. Vitor, eu não vi o livro por isso vou falar só sobre o conteúdo do post. Sinceramente, pelos exemplos que você referiu, parece-me que o livro é mais uma boa desculpa para deixar os meninos entupirem-se de bolos porque a consciência está tranquila: afinal, eles são saudáveis, têm legumes!
    Uma das coisas que eu sempre achei e que cada vez mais acho, com a idade, é que o paladar se educa. E se educa desde muito cedo. Como é que uma criança vai aprender a gostar de beterraba pela beterraba se o que come é bolo de chocolate com beterraba? Como vai ser um adulto saudável e com uma alimentação variada?
    A educação do paladar faz-se gradual e lentamente. Encher os bolos de legumes é uma falsa solução, é atirar areia para os olhos.
    É preciso aprender a gostar de tudo e pelo sabor que as coisas têm. Não podemos passar a vida inteira a comer legumes disfarçados de bolos de chocolate!

  2. Fato, não vou mostrar esse post para minha mãe. Hahaha
    Até hoje ela me engana com aveia no bolo de chocolate e etc… :(
    Esse livro nas mãos dela seria uma revolução aqui em casa!

    Mas falando sério, sempre fui um problema para comer frutas. Legumes e verduras como tranquilamente e gosto. Mas as frutas só em forma de suco. Talvez o livro dê boas dicas que me ajudem a driblar o inverno, já que normalmente no inverno tomamos menos sucos, então, consumo menos frutas.

    Sim, estou lá na BlogLista e te achei por ela. :)

  3. Vitor, o que eu quis dizer foi que na minha opinião isso não é solução.
    É claro que os purés e pizzas com legumes podem ser um primeiro passo importante – mas é essencial que o sabor daquele alimento, ainda que meio disfarçado, esteja presente. Um bolo de chocolate, por mais beterraba que leve, tem sabor de chocolate. E não vejo diferença nenhuma entre subornar com guloseimas ou dar os legumes disfarçados de bolo. Aliás, vejo. No suborno com guloseimas pelo menos a criança vai provar o verdadeiro sabor do legume e poderá até aprender a gostar.

    Eu não tenho filhos, ainda, mas sinceramente essa é uma questão que me preocupa muito. E de tudo o que eu tenho lido a ressalva mais importante é sempre a educação do paladar. E isso não se consegue com disfarce dos sabores. Só com a introdução gradual: come um pedacinho hoje, dois amanhã. Não gosta? Come só um pequenino. Devagar vai.

    Um beijo!
    Mariana

  4. Sem Avatar Claudia:

    Oi Vitor!
    Apesar des críticas aí em cima, eu quero o livro! Daqui a pouco (láááá pra fevereiro) tá chegando o meu bebê e acho que só na prática a gente descobre se precisa apelar pros disfarces dos legumes ou não… hahahahahaha! Se não precisar apelar, melhor ainda! Vai ser um livro de receitas nutritivas!
    Ai, ai… só tenho uma história de fazer criança comer vegetais. Taí:
    Tenho um sobrinho que teve uma fase em que SÓ comia batata frita! Batata palito, frita em casa (não eram as de saquinho). Insistindo muito, ele até comia um arrozinho… em um dia, num almoço, minha mãe colocou pra ele arroz, frango, batata frita e uma minúscula porção de cenoura. Claro que o menino torceu o nariz. Aí eu sentei na mesa com meu prato e disse “quer ver como eu como mais rápido do que você?” e comecei a comer normalmente. Ele almoçou sem enrolação e comeu tudo o que estava no prato!
    Tá certo que não é uma história cheia de vegetais, mas com esse menino foi um feito impressionante! E mais impressionante ainda é que foi fácil demais! Hahahahahahaha!
    Abraço!

  5. Sem Avatar Leo Paixão:

    Parece minha mãe tentando me fazer comer beterraba cozida. Eca! A pior textura que existe. Acho que a única forma era amassar tudo e enfiar guela abaixo.
    Victor, vou te mandar os reagentes. Volto a frizar que é importante você ter a balança de precisão com uma casa decimal.
    Fiz uma pequena demonstração de esferificação lá no blogue, dá uma passadinha pra vc ver.
    http://fuckinggourmet.blogspot.com/

  6. Sem Avatar Aline:

    Como ainda sou muito jovem/pobre/sem tempo pra ter filhos, acabo usando minhas sobrinhas (gêmeas,
    de dois anos) como bode espiatório… hehehe. Daqui a pouco estou em PhD em cuidar de criança. O único problema (problema no ponto de vista para a utilidade do livro) é que elas comem de tudo! Até papel. Que, inclusive, é a comida preferida delas hahahaha . Brincadeira. Mas se deixar elas comem. A questão é que a batchan é que faz a comida delas. A mãe delas detesta cozinhar. E desde cedo ela acostumou as meninas a comer legumes e frutas. Então pra elas isso é super natural. Então calculo que isso é questão de educação. Pois a mãe delas, com seus quase trinta, é uma frescura total pra comer. Acho que se não fosse a batchan, as meninas iam dar um trabalhinho pra comer certas coisas.
    Mas isso não é motivo pra não não querer concorrer ao livro hehehe. Quero ter cinquenta filhos. Vai que aparece alguma ovelha negra que não goste de comer.

  7. Nunca tive problemas pra comer verduras e frutas (sem duplo sentido ¬¬), porque desde criança eu era a criança (adoro pleonasmo) esquisita que sempre gosto de couve e almeirão e comia um pé de alface puro com shoyu, e não gosto de chocolate. isso mesmo, chocolate.

    Mas, como a vida é uma caixinha de surpresas eu tive uma irmã que não suportava uma rodela de tomate.
    Acabei por ter de descobrir o que motiva uma pessoa a comer, e como desde que me conheço por inergúmino sempre gostei de cozinhar (leia explodir a cozinha), uni o util ao desagradável.
    Inventava pratos de cenouras cortadas em formatos bonitinhos com queijo, sopas de todos os tipos, cores e formas (sim, sopa com forma) e coisas que boiavam (ainda não sei o que eram), mas que ficavam boas e pseudo-nutritivas :D

    Em resposta ao comentario da Mariana, o paladar vai ficando menos sensível conforme envelhecemos (ouvi isso em um episódio de Beakman), por isso as crianças adoram doces e odeiam coisas amargas. Já os adultos submeteram suas papilas à varios traumas e coisas assim que mais engolem que saboreiam (salvo exceções).

    Foi legal um miojo que eu fiz, em que eu usei milho + cenoura + batata + ovo + ervilha + presunto + salsão + alguma coisa que tb tava de bobera na geladeira pra fazer a janta minha e da minha irmã num dia. refoguei umas coisas, desenhei em outras, mas o que acho que mais valeu pra minha irmã comer a gororoba foi convidar ela pra participar do preparo. Ela descascou a cenoura com aqueles descascadores japoneses que vendem na feira e demoram muitoooo mas não machucam (ou descascam) quase nada, mas ela ficou tão orgulhosa de ter preparado e me visto comer também que ela comeu todo o prato dela (corajosa!!).

    Ae de dó eu dei sorvete de sobremesa, merecido né?

    haha
    abraços

  8. Sem Avatar Glau:

    Olá, Vitor. Tudo bem?
    Eu ganhei o livro da Claudia Midori do aventuras Culinárias e ai pude ler a proposta da Jessica Seinfield.. dá pra entender a posição da Mari, mas a proposta da autora é realmente muito boa.. se trata de uma mãe que estava desesperada pelos filhos não comerem legumes e a partir de então, com o intuito deles terem uma alimentação saudável, criou estratégias para eles comerem…mostrou que muitas vezes as crianças têm uma reação do tipo:”não quero pq eu não quero!Não gostei!” Sem ao menos terem realmente provado a comida. Criança é movida pelo princípio do prazer, fala sério se não é muito mais gostoso pra uma cça comer batatinha frita a comer brócolis (em casa era arvrinha)?

    A autora passa um primeiro passo a ser dado.. e cabe aos pais, ao longo das refeições, mostrar aos pequenos a importância dos alimentos, a textura de cada um, a cor…
    Minha mãe era PhD no assunto.. falava das N propriedades dos alimentos… eu era uma “frescolina” para comer!

    Um beijo, Glau

  9. Sem Avatar elra:

    Victor,
    are those gorgeous crackers ready to be ship? I wouldn’t mind to have a bag. Well done, crackers look very neat.

  10. Sem Avatar Rê Moreti:

    A proposta da Sra. Seinfeld parece divertida e esperta, mas prefiro experimentar as receitas antes de opinar, para ver se, realmente, os vegetais passam desapercebidos…

    Sobre a história, tenho uma boa que meu pai SEMPRE conta quando surgem assuntos culinários e/ou histórias de crianças: quando minhas primas eram mais novas (são duas irmãs e meu pai, além de tio, é padrinho de uma delas), elas não comiam tomate de jeito nenhum. Mas… adoravam Yakult. Meu pai, então, resolveu dizer que tomate com Yakult era bom. Óbvio que elas não eram nem um pouco bobas e faziam o meu pai experimentar primeiro! Ou seja, o coitado tinha que comer tomates e mais tomates com “molho” de Yakult, para que elas comessem junto!!! Imagina o sofrimento (especialmente pra ele que odeia os tais dos lactobacilos vivos!!!)…
    Se eu ganhar o livro, vou dar de presente pra ele (assim, ele já vai treinando pra quando tiver netos!!! hahahaha)

    Beijos!

    PS: Adoro seu blog!

  11. Sem Avatar Simone Izumi:

    VH-san:

    Graças às grandes luas de Netuno, baby Larissa não tem grandes problemas em relação à sua alimentação. É uma draga igual à mãe, mas claro , tem suas preferencias…se ela pudesse comer somente arroz branco japonês puro, sem interferências externas (diga-se de passagem: feijão, carne, ovo…) ela seria a bebê mais feliz do mundo! Não forço ela a comer nada…sempre monto um prato com mil e umas variedades, bem colorido e com arroz lá no fundinho. Tem dia que dá certo e ela experimenta algumas coisinhas, porém tem dia que se rebela contra o sistema e joga o copo de água inteiro no prato. Aliás, ela só absorve as propriedades nutritivas da beterraba da seguinte maneira: ela joga os pedaços cozidos em um copo de água, faz “chuac-chuac-chuac” com uma colherzinha até obter um bonito tom vinho e daí beberica com todo prazer do mundo. Bom, não posso reclamar,certo? De certa forma, ela está ingerindo beterraba!!rs…
    As crianças adoram imitar os adultos.Aprendem imitando a falar, a gestuar e também a comer! Portanto, é bom não oferecer muitas “tranqueiras” , pois com certeza o gosto e crocância de uma batatinha frita é muito mais atraente do que uma cenoura cozida. Mas também muita calma nessa hora…tem que experimentar de tudo, sem grandes neuras! Acho muito saudável um pedaço de bolo ou um chocolatinho de vez em quando!Quem resiste??
    Bjs e estou adorando o visual novo e high tech do Prato!!! Parabéns!!!
    si

  12. Sem Avatar celme:

    para fazer minhas filhas comerem verduras eu falava que a voz ficava linda, e depois que elas comiam eu pedia para que cantassem e dizia que a voz já estava bem melhor. e assim conseguia que elas comessem tudo.

  13. Fazer crianças comerem o que devem comer é uma prova de fogo.

    Mas certa vez não foi muito difícil comigo. E é a história que vou deixar pela promoção:
    De férias, na casa da nossa mãe, meu irmão sofria para fazer sua enteada comer alguma coisa saudável. Ainda mais com quelas receitas tradicionais, no caso “creme de espinafre”. Para uma criança, citar o nome da verdura de cara é fatal! E como se fosse um comando de repulsa, ela rapidamnte recusou e ainsa torceu o nariz. Nessa hora me bateu aquela lembrança da infância e com calma e carinho cochichei em seu ouvido: “Maya, olha, eu também não gosto muito de verduras, mas apesar de ser verde, esse creme aí é uma delícia, viu!?”
    E não é que deu certo!

  14. Sem Avatar MARCELO PINHÃO RODRIGUES:

    Eu tenho duas histórias para contar. Minha sobrinha só queria comer frituras e os tradicionais sanduíches de fast food. A primeira história todos já conhecem e/ou tentaram. Fazer os pratos, formando desenhos, carinhas etc. Por exemplo, os olhos de tomates, cabelos de alface mimosa, nariz de cenoura ou cebola, boca de rabanetes ou vagem. Bastava criatividade. Isto ajudava, mas o que funcionava e fazia ela comer verduras e legumes era a mágica da alface. Eu pegava uma alface das grandes, colocava na palma da mão e começava a falar palavras mágicas. Começava a balançar a mão e junto a alface, ela prestava atenção e nem notava o movimento da mão, somente que a alface se mexia, como se estivesse viva. Pegava as verduras e legumes e falava que a alface ia comer. Ia jogando as verduras e legumes e escondendo entre as folhas. Uma para a alface e outra para ela. Ela não recusava nada. Até jiló comia. E o que era muito legal, bastava ter verduras e legumes e ela queria que as alfaces comessem junto.

  15. Sem Avatar jeferson wagner de carvalho:

    Eu não me esqueco, cheguei da escola e vi minha mãe toda feliz preparando o almoço, quando olho vejo minis hamburguers sendo fritos UAU!.
    Mas eram tantos que duvidei e perguntei O que é isso?
    Minha mãe então simplesmente disse “Hamburguer!”.
    E não é que o bicho era bom, so final ela disse que era Berijela!!! refogada, mas o gosto parece mesmo e até hoje é um prato que adoro.

  16. Sem Avatar Jaqueline Gregorio Agostinho:

    Sinceramente nunca fui muito fã de verduras e legumes, mas com o passar do tempo você percebe o quanto eles são importantes na sua refeição. Porém teve um dia em que resolve incrementar a refeição da minha filha coloquei chuchu, tomate, alface, cenoura e brocolis, ela olhou de cara feia mas experimentou, começou pelo alface comeu tudo, depois o tomate tambem comeu, passou pra cenoura, deixou de lado, depois o chuchu, nem tocou, e por fim o brocolis, dai ela olhou pra mim e disse: “Mãe tudo isso que você colocou no meu prato é bom sim, mas porque tem o gosto ruim?” Realmente é dificil convence-los.

  17. Sem Avatar patricia de fatima:

    Minha irmã vez de tudo para minha sobrinha na época estava com 2 anos comer beterraba, mas tudo foi em vão. Foi ai que eu resolvi agir, minha sobrinha adora feijão, então eu coloquei alguns pedaços de beterraba no feijão e deixei cozinhar com tempero. Ela não sentiu nada. Hoje ela tem 3 anos e come feijão com beterraba sem saber.

  18. Sem Avatar Paulinha Matsuda:

    Victor, eu ainda não tenho filhos, mas a minha mãe é babá (fala se ela não merece esse livro???) e cresci vendo a dificuldade de se alimentar um ser que vê a toda hora na TV comerciais de fast food com brinquedinhos e tudo mais (nada contra), para tentar driblar os mega, ultra potentes concorrentes, a minha mãe resolveu “enfeitar” os legumes, com cortadores de biscoitos em diversos formatos, então a cenoura virava uma florzinha, o brócolis uma arvorezinha (se bem que pra isso não precisa muito né), a beterraba uma estrelinha e por aí vai, e o mais importante, brincando, as crianças comiam tudo.
    Parabéns pelo prato e boa sorte na mudança!!
    Beijos

  19. Sem Avatar Vivian:

    História para promoção:
    Eu já tive que inventar uma história inteira para a família dos vegetais e legumes que estavam no prato da minha priminha. Eu falava que ela era um monstro grande que queria comer tudo daquele planeta. Fazia os sons e criava falas para tudo que estava no prato. No fim o monstro (priminha) comeu toda a cidade (os vegetais e legumes) e voltou feliz para sua órbita do berço. ;)

  20. Sem Avatar Ivonete:

    Olá!
    Tenho um problema sério com o meu filho de 9 anos, que não chega nem perto de legumes, verduras e frutas. Só de ouvir falar, ele diz que dá náuseas…
    Gostaria muito ter o livro em mãos pra experimentar estas receitas camufladas…Ele ama bolo de chocolate…gostaria muito ver a carinha dele comendo o bolo de chocolate com beterraba e não perceber este último…Pra quem não tem filhos com este “problema” não sabe o quanto isso é complexo a nível orgânico e mental, ou seja imagina a falta destes nutrientes no organismo!!!!No meu caso, este livro seria uma porta para a experiência. Vou adquirir e fazer as receitas…só assim vou saber se resolverá o “problema” de alimentação do meu filho…
    Deus te abençoe!!!

  21. Adorei a dica! Uma amiga já tinha me falado desse livro, ela faz hamburguer (caseiro que é muito mais saudável) com couve-flor e as crianças adoram! O único problema é que o livro está esgotado, não estou encontrando em lugar nenhum… Alguém ajuda?

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