Originalmente postado no Aleatório, porém foi transferido para o Prato.
Dando continuidade as minhas impressões sobre o curso, esta semana mudamos de temática. Terminou o bloco de Higiene e Segurança e começou Ética e Motivação que termina semana que vem, provável que comece Serviços turísticos. Ainda falta quase um mês para o módulo de Auxiliar de Cozinha quando iremos de fato para as panelas e chinois da vida.
Nesse último bloco o que foi e está sendo passado é tudo aquilo que qualquer profissional deve (ou deveria ter) e o mercado exige: C.H.A.: Competência, Habilidade e Atitude. Palavras-chaves para promover o crescimento dentro dessa área tão concorrida, como todas hoje em dia.
Por enquanto, está tudo muito bem, tudo muito certo? Quase. Ainda tenho que trabalhar uma grande falha: a irritação produzida com as interrupções inúteis durante as aulas. Você não tem idéia de como isso me irrita, e muito. Ou então, quando alguns indivíduos ficam se mostrando, prepotência demais para o meu gosto. Como já havia dito semana passada, esse mix pode ser bom, mas até o momento o saldo é negativo. Análise um pouco prematura, concordo, mas é opinião formada agora. Pode ser que mude no próximo sábado… ou não.
Posso estar errado, equivocado e afins, porém o que dá a entender é: “eu posso mais do que você, tenho mais sabedoria, tenho mais experiência, e vou te derrubar” ou “tenho a necessidade patológica de ser o centro das atenções”. Ou a soma dos dois. Medo e asco. Quero só ver quando formos de fato para a cozinha. E o mais engraçado é que tais pessoas tem um visão glamourosa em demasia do ramo de bebidas e alimentos, devia crer que fazer um “cursozinho” básico iria se transformar num grand chef. Tá.. fala com a minha mão.
Não que eu mesmo não fantasie em ser um Chef, mas como eu disse é uma fantasia, um sonho, uma utopia. Mas para que ela se torne real, caso eu realmente queria, é necessário uma boa dose de humildade, conhecimento, lavar muita panela, cortar muita cebola, descartar quilos de batata. Trabalho, trabalho e mais trabalho. E além disso tudo: estudar! Conhecimento é imprescindível o que gera técnica. No final para se destacar no meio da multidão, para deixar de ser mais um (artigo indefinido), e se tornar O (artigo definido). Creio que tudo isso é transponível para qualquer ramo profissional, não?
Creio que a essência foi sintetizada… e já se foram duas semanas! E pensava que iria demorar horrores! Leia o texto da semana anterior: Cozinheiro: Semana #001
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Vitor Hugo




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