
A semana #25 passou batida sem o review, assim, irei falar de maneira sucinta junto com a semana #26.
Na #25 ainda estávamos com os preparativos para o evento (que eu não tenho idéia de qual era), e os canapés foram Pastel Assado de Pintado e Mini-Quiche de Guariroba (um tipo de palmito, porém amargo) e Uva-Passa. E os pratos normais, canja (seria uma redundância dizer de galinha?), Ravioli de Carne Moída e Queijo e uma Abobrinha na chapa com salada de flores de Capuchinha.
O resultado do pastel eu não posso dizer, não experimentei, já a quiche… foram feitas 6 massas bases por 6 pessoas diferentes (foi uma Patê Brisée). O que quer dizer, diferenças nas massas existiram. Assim, a mini que eu comi sobressaia mais o gosto de manteiga e farinha do que do recheio em si. Outro detalhe, para colocar nas fôrmas havia muita ajuda, ou seja, espessura e acabamento nada padrão. Sem falar na diversidade de interesse, técnica, conhecimento e cultura se é que me entendem.
Devo ser uma aberração para a gastronomia, mas eu não gosto de canja! Quer dizer, não me pergunte o porquê, existe algo muito mal resolvido com arroz encharcado de líquido. Só o caldo é uma delícia, mas quando junta o arroz. O santo não bate, não vira, não rola química. Esquisito, é.. eu sei.

O ravioli ficou uma delícia! O recheio que eu imagina ser um pouco sem graça se mostrou uma descoberta bem interessante. Carne moída desidratada no fogão e processada, um punhado de parmesão e algumas colheres de creme de leite. Porém, sem o molho branco ao vinho… pois o bechamel que serviu de base ficou muito feio. Quem o fez queimou demais a farinha, não mexeu o suficiente e o molho empelotou que foi uma maravilha.

Já a abobrinha na chapa estava muito boa, mas sou suspeito para falar… eu gosto de abobrinha. Foi ralada finamente e depois com um aro empratada servida com uma mini-salada de flor e folhas de capuchinha. Uma amiga do curso planta a flor e levou para a professora. Experimentei… tenho lá as minhas ressalvas. Nesse tempo todo nunca comi flores em quantidade para saber se é bom ou não, porém achei essas flores com gosto de mato.
E na #26 foi uma mistura de tudo! Comida mineira, confeitaria, italiana, festival de carne moída (nessa eu não fui…. lalalalala).

No dia da comida mineira fizemos: Frango com Quiabo, Creme de milho, Feijão tropeiro, Couve e Queijadinha. Modéstia a parte, fui um dos encarregados do frango com quiabo que ficou uma maravilha. Não sobrou para contar história, heheheh. Na queijadinha acho que erram a mão nas raspas de limão ficou um pouco forte.
Na arte da confeitaria, uma torta, (na verdade, bolo) bem conhecida da cidade, chiffon. Nada mais, nada menos que um bolo gelado recheio só de coisa ruim: mousse de chocolate, baba de moça e chantilly. Não sei porque chamam de torta, pois é uma bolo mesmo montado sob um pão-de-ló comum. Uma bela de uma bomba calórica… e justamente neste dia as minhas malditas pilhas falharam! :(
Na noite italiana fizemos Nhoque (de batata inglesa) ao molho bolonhesa e Nhoque de batata doce ao molhe branco com charque. O “tradicional” ficou no ponto, textura e consistência divinos. A de batata doce poderia ter ficado mais interessante se não tivessem comprado charque e sim de sol ou seca, o charque estava muito salgada o que roubou todo o sabor suave da batata doce.
Para terminar, ontem (sábado) fomos recrutados para fazer alguns pratos para a festa junina do SENAC/MS. Graças aos céus, não foram todos o que quer dizer: o trabalho rendeu, foi divertido e conta como estágio. Só espero que ninguém tenha passado mal, hahahahah.
Ah, quase me esqueço do fato insólito: a nossa geladeira industrial quebrou! Depois do forno tinha que estragar outra coisa… ao invés de terem espalhado outdoor pela cidade, poderiam comprar equipamentos novos… mas como diz o Chef Khodair: Slogan: O SENAC É MAIS!.