Blog de Comida: Como começar

Criar um site, um blog, a sua casa própria na internet não precisa ser difícil, mas poder ser confuso. Vem que a gente te ajuda!

Depois de quase 10 anos de quando publiquei este artigo, muita coisa mudou nessa vida digital… Então, é preciso se adaptar e mudar.

Quero listar o básico para que você tenha em mãos as ferramentas necessárias para tirar este projeto do papel e partir para a ação.

Após tantos anos nessa vida de blog, aprendi bastante! A inspiração original veio de um blog que eu admirava bastante, Delicious:days, uma pena que não postam mais.

Então, gostaria de deixar minha contribuição tendo como base a realidade nacional e como algumas coisas não mudaram praticamente nada nesse meio tempo.

Escolha seu nome

Fazer um blog é a coisa mais simples que existe, em poucos cliques você já consegue escrever um texto e publicá-lo. Tudo graças a tecnologia, então, vamos usá-la para facilitar o nosso dia a dia.

Mas caso você queria um nome apenas seu, seja seu próprio nome, seja da sua marca, recomendo que registe o seu domínio .COM, .COM.BR e em alguns casos até mesmo .NET. É mais para proteção de marca, o famoso branding.

  • Domínios nacionais .BR: no Brasil quem controla a liberação e registro de domínios terminados em .BR é o Registro.br. Recomendo que faça o registro diretamente com o órgão. Existem empresas que fazem a ponte de compra, mas acabam cobrando a mais por isso.
  • Domínios internacionais .COM: apesar do dólar estar alto, ainda compensa registrar com empresas internacionais. Existem várias, recomendo a NameCheap (link de afiliado).

Um lembrete: você notou que falei registro e não compra do domínio, não é mesmo? O domínio em si, você não compra… é mais um aluguel anual. Ou seja, você precisa renovar todo ano para continuar usando. Caso contrário, você perde o direito de usar e outra pessoa pode registrar.

Ter um domínio é mais uma sugestão, precisar… você não precisa. Tudo vai depender do que você quer. No meu caso, eu tenho sob o meu controle as versões nacionais e internacionais do PratoFundo para garantir a minha marca.

Onde salvar?

Para que o seu conteúdo seja visto e acessado precisa estar salvo em algum lugar da internet. Antigamente, existiam muitas opções… com o passar do tempo, foram ficando apenas as mais consolidadas.

  • Blogger: também chamado de Blogspot, é o serviço de blogs do Google. Um dos mais antigos ainda em funcionamento. Vários blogs começaram lá e depois migraram para outras plataformas. Fácil de usar, mas sem tanto as facilidades que a internet atual precisa.
  • WordPress.COM: repare bem que é a versão WordPress.COM, o serviço de blogs do famoso programa WordPress. Tem versões gratuitas e pagas, mais atual em relação as tecnologias que a internet exige.
  • Medium: um plataforma relativamente nova para publicar na internet, seria mais para postar ensaios do que texto de blog em si.
  • Servidor próprio: o famoso self-hosted, é o que eu uso. Eu pago um servidor para rodar e salvar meus sites e para isso preciso de um serviço de hospedagem.

A configuração que julgo ser a melhor: servidor pago rodando WordPress.ORG. Aqui entra o meu viés de programador também, assim, eu tenho mais controle. Aliás, tenho controle de tudo.

Como comentei antes, WordPress.ORG é um programa que gerencia o blogs/sites como um todo. Como podem ser é a versão .ORG, ele é gratuito para uso.

Listo abaixo duas empresas de servidores, existem diversas. Seja qual for, é necessário entender um pouco sobre o ambiente de servidores e afins

  • NodeHost: é o servidor que utilizo, uma empresa canadense que utiliza a estrutura da Digital Ocean. Achei o custo benefício bom, por isso optei por ela (link de afiliado).
  • Digital Ocean: uma das mais conhecidas com estrutura boa e que não custa tão caro. Funciona muito bem, porém, exige bem conhecimento mais de quem for usar.

Sempre optei por servidores internacionais por questão de preço (mesmo com dólar alto) e qualidade. O serviço é melhor na grande maioria das vezes.

Eficaz e estruturado

Há muito tempo atrás, era importante ter um site visualmente bonito… ainda é. Porém, ele precisa ser eficaz e estruturado.

Não adianta ser bonito, mas demorar para ser acessado, para mostrar o conteúdo. Hoje em dia, tempo é mais importante.

Na maioria dos serviços gratuitos é possível encontra temas (ou em ingles, templates) que é a parte visual que os leitores e você vê quando acessa o site.

Você não precisa aprender a codificar necessariamente, mas se for dar continuidade nessa caminhada, acredito que aprender o básico é sempre bem-vindo. Ou contratar alguém que saiba fazer.

  • Layout: aprenda a mexer (ou ao menos uma noção) com design e codificação (HTML, php, CSS) ou ficará a mercer de layouts prontos ou terá que pagar alguém para fazer. Nada contra nenhum dos dois, mas nem sempre você consegue obter aquilo que havia imaginado.
  • Fotografia: não precisa ser um Henri Cartier-Bresson da vida para tirar boas fotos. Todo mundo sabe quando uma foto ficou ruim, porém preferimos ignorar isso, né? Por mais fútil que pode soar: a gente quer ver coisas bonitas.

Num jargão mais técnico, mantenha seu código fonte limpo, sem muitas frescuras e hacks. Precisa ser bem visualizado no Chrome, FireFox, Safari e Internet Explorer.

E também, não precisa ter uma camera super high-tech, última geração. É necessário saber usar a ferramenta que possui. Se não souber não adianta nada ter um equipamento potente, mas subutilizado.

A fotografa Claudia Regina destrincha isso com mais propriedade (Vamos falar de novo sobre como equipamentos não são importantes?. E os meus pitacos Fotografia de Comida e Meus equipamentos.

Inove. Qual o seu valor?

Existem muitos, mas muitos sites sobre comida, isso é indiscutível. Para cativar o leitor é preciso criar valor, ou seja, tenha um diferencial.

A maneira de escrever, receitas e fotos de qualidade, informações úteis, dicas e técnicas. Aquele seu almoço trivial, sem tanto cuidado na preparação e apresentação pode não ser o que o seu leitor quer.

Não adianta inovar se não compartilhar. Por exemplo, seu o artigo é sobre macarons, ficaram perfeitos e lindos de morrer. Mas você não conta como os fez e não fornece nenhuma dica, simplesmente não é nada legal. Foto por foto, há lugares específicos apenas para isso.

Quem é você?

Identifique-se! Não existe nada mais frustrante quando você chega num blog (que você gostou pra caramba), mas o autor em nenhum momento se personifica! Isso se relaciona com o primeiro item: seja único, seja diferente, seja você. Aproveito a deixa, faça uma página, um post, um texto apresentando quem você é e um pouco sobre o blog. E aproveitando: saiba mais sobre este que vós fala.

Assim, fica mais fácil dos leitores lembrarem do seu blog. Quando digo para ser você não quer dizer que precisa despejar toda a sua vida íntima na internet, nada disso. Blog é uma ferramenta de comunicação, ou seja, comunique-se com os leitores como faria em outro meio.

O mesmo conceito vale para o seu blog em si, o que ele traz de diferencial? Pare e pense: porque outras pessoas iriam querer ler o seu blog? E não me venha com essa: não me importo com isso. Mentira! Se você escreve, em algum lugar da sua cabeça você que sim ser lido! :P

E quando digo para ser você, vale uma ressalta (que serve para escrita e video): se você sabe que não tem entusiasmo/carisma, então, não seja você. Para cativar outros, uma boa dose de animação é necessária.

Conteúdo e Frequência

Não adianta ser apenas lindo, ter conteúdo é uma das chaves para que o leitor volte. Somando com a frequência com que você atualiza o seu espaço. Deixar muito tempo parado não é nada legal.

Nicho: decida sobre o que deseja falar e atenha-se a ele. Definiu que deseja falar sobre comida, certo? Então, aquele seu artigo sobre rodas de liga leve ou como reformar o banheiro em três etapas não entram no contexto do blog. Claro, ampliar a paisagem toda dentro do seu assunto é bem vindo.

Por exemplo, viajou e fez um mini tour gastronômico na região e tem dicas bem bacanas? É algo válido a ser dividido.

Público: o autor do texto escolhe o leitor pela maneira e o que escreve. Muitos blogs querem visitantes paraquedistas-do-Google que clicam em tudo quanto é link.

Tendo como única meta ser um caça-níqueis, porém esse perfil de visitante não fideliza e dificilmente retornará. Não se iluda, existem milhares de blogs assim que atingem com louvor o objetivo de obter lucro. Mas com conteúdo de gosto e qualidade duvidosos.

Por outro lado, existem tantos outros que desejam ter leitores. Pessoas que realmente estão interessadas, gostam do assunto, “falam” a mesma língua que o autor e acabam voltando ao blog.

Conteúdo: ser apenas um repositório de receitas não deve ser lá muito interessante. E sim, existem muitos sites assim. Nem sempre com boas práticas, um festival de copia e cola.

Particularmente, um post apenas com a receita sem nenhuma opinião é um tanto vazio. Depois de alguns anos já consigo ver se a receita escrita condiz com a foto mostrada. Dica: na maioria dos casos não bate. Há empresas que fornecem fotos para receitas.

Posso dizer que é imprescindível agregar mais valor ao seu texto. Originalidade na receita, na maneira de escrever, na técnica usada, na foto… as possibilidades são infinitas. Todo mundo desconfia que possui alguma qualidade, mas não a usa. Use-a.

Não mate a língua portuguesa: blog é informal, mas não precisa destruir a gramática e a ortografia. Ter um dicionário em mãos é de grande valia. Não tem nenhum? Sem problemas: Michaelis Online para quem quiser utilizar. Além do onipresente Google.

E sim, comento muitas atrocidades! Mas não é de propósito!

Frequência: é interessante tem ritmo de atualização. Não, não precisa escrever todos os dias. Bom, se quiser (e tiver o tempo)… a vontade. Tente definir um padrão: duas vezes, três vezes na semana? Dia sim, dia não? Quem decide isso é você.

A maneira como gerencio o cronograma do PratoFundo mudou bastante nesses anos todos. Como ele não é meu principal trabalho, tenho que analisar o que é prioridade por mais que eu goste de escrever.

Depende bastante das minhas outras atividades, além das próprias receitas em si. Produzir o prato, tirar foto, escrever o texto (e corrigir), editar as images, limpar a cozinha… tudo demanda tempo.

A receita é de quem?

Quando se publica uma receita o leitor pressupõe que você a fez e deu certo. Seja o mais honesto quando compartilhar uma, sendo claro nas instruções e em todos os detalhes. Conte caso alguma coisa inusitada tenha dado errado e como fez para consertar.

É virtualmente impossível ter receitas 100% originais sempre, muitas vezes fazemos uma inspirada em outras. É de bom tom dar o crédito para quem merece, e cuidado ao utilizar livros como fonte de inspiração. Normalmente as editoras não gostam nenhum pouco de terem seu conteúdo distribuído de graça, a não ser que você tenha autorização para isso.

Plágio não é elogio

A cópia de material alheio é uma prática bem recorrente na internet. As pessoas tem a falsa sensação de que se está na rede é livre, concepção mais errada possível.

Só porque disponibilizei algo na rede não quer dizer que possa ser usado sem mais nem menos. É tudo protegido por direitos autorais e intelectuais.

Em alguns casos quem faz isso não tem ideia de que é errado e fez sem a intenção. Mas quando se tem uma agência por trás, a pessoa trabalha com publicidade e afins a medida foi tomada de modo consciente. O que existe de gente esperta querendo faturar as custas dos outros não é brincadeira.

E jamais, jamais e jamais: use fotos de banco de dados ou do flickr para ilustrar uma receita. Isso é feio, anti-ético e engano o leitor. Fez a receita, mas não tem como tirar foto? Publica sem foto ou faça novamente.

Educação é SEMPRE bem-vinda

Acredito que ninguém goste de pessoas negativas e mal educadas por perto. Da mesma maneira não é nada legal ficar se achando por ter um blog. Tipo: oi? É só um blog! Você só tem reconhecimento/sucesso/relevância por causa dos seus leitores. Sem eles você não é nada. O famoso complexo: tá se achando a última bolacha do pacote.

Claro, não é para ser uma barata tonta. O blog é seu, não gostou do tom, das palavras, tinha baixo calão? Deleta, simples e fácil. Não vale a pena se estressar por pouca coisa. Creio que muitos começaram o blog justamente para desestressar, não? :) A recíproca também é verdadeira. Trate os leitores-comentaristas com educação, sem estrelismo, sem esnobação. Seja humilde.

Mantra: quem ama deleta, bloqueia e não se estressa. Depois de quase 7 anos, não perco mais meu tempo como gente mal educada.

Rede Sociais

Querer o sucesso do seu blog é uma coisa, mas insistir nisso é outra. Visitar e comentar em outros blogs é bacana, forçar a amizade é extremamente mal visto. Considerando que somos todos curiosos, o dono/editor do blog irá acessar seu site caso você o deixe no campo indicado. Não precisa se fazer de “fofo” para que isso aconteça.

Vamos trocar links: uma das melhores maneiras de se conseguir novos visitantes é linkar e ser linkados por outros blogs de comida. Por questões de relevância o ideal é sempre dentro de um artigo, a exposição é maior.

O cenário das mídias sociais mudou bastante desde que postei o artigo (texto original publicado em 2009). O que era relevante já não é mais e existem outras plataformas:

  • Instagram: confesso que no começo não vi com bons olhos o serviço até testar de fato e cair de amores. Comida é visual, ou seja, um prato cheio. É um rede que gosto bastante.
  • Facebook: uso por causa do blog, para questões pessoais praticamente não. Não gosto como a empresa funciona, mas é uma plataforma que ajuda o site. Porém, a necessidade do facebook ser rentável prejudica a sua funcionalidade.
  • Youtube: se eu soubesse há 2-3 anos atrás que teria o boom dos videos, teria começado bem antes. Aposto que se tornará ainda maior.
  • Google+: acabo utilizando por causa do Youtube que uniu o sistema de comentários com os perfis do G+. Poderia ter o potencial do Facebook, mas é confuso de usar.
  • Tumblr: quase um submundo da internet. Numa comparação é o LiveJournal Hipster e Cool.
  • Twitter: já foi melhor, ainda tem a sua importância.

Leitores e você

É inevitável, não adianta reclamar! No fundo, você quer. Um dos grandes diferenciais de um blog e um site comum é esse canal aberto com o leitor. Tanto comentários quando email/formulário de contato direto.

Comentários: nem precisava dizer, mas não custa. Tenha um sistema de comentários no blog, isso melhora o relacionamento com quem te lê. Nessas conversar paralelas podem surgir amizades, oportunidades, dicas, pautas…

Em contrapartida, é preciso um sistema anti-spam. Evitam comentários com palavras de baixo calão, além daquelas ofertas de medicamentos pra melhorar você sabe o quê ou aumentar aquilo lá também. Para quem usa WordPress em servidor próprio tem Akismet (uso este) e Bad Behavior, por exemplo.

No blogger, tem os capctha (aquelas letras/números para digitar) ou moderação manual. Não se atormente caso precise deletar um comentário. Lembre-se: o espaço é seu. Não é democracia e muito menos a casa da mãe joana!

Contato: disponibilizar um email ou um formulário para um contato direto é de grande valia. Alguém gostaria de uma informação mais apurada, comentar alguma coisa em privado, fazer um convite, orçamento… as razões são infinitas.

Só esteja preparado para receber mais do que isso… propagandas, ofertas, perguntas, comentários absurdos vão aparecer. Mais cedo ou mais tarde.

Pessoas fofas-miguxas demais: pode ser uma visão pessimista do mundo, não sei. Porém, pessoas felizes demais me irritam e geram muita desconfianças. Ainda mais se tais pessoas estiverem representando alguma empresa que deseja parcerias.

Publicidade

É possível obter algum lucro com blog? Sim, claro! Mas… não é nada fácil. Exige paciência e muito trabalho. Não será da noite para o dia.

Particularmente, não vejo nada de errado em receber por fazer algo que gosta e que, até então, fazia de graça. Se querem te pagar para alguma coisa, analise, pese os prós e contras e seja feliz! Dinheiro é sempre bem-vindo.

Entretanto, tenha bom senso e não seja hipócrita. Como em outros pontos, entra boas práticas e honestidade. Não tenho tantos patrocinadores direitos por dizer não para a grande maioria.

Não vou me associar com margarina (independente da marca), pois eu não gosto e não uso o produto. Coerência, ao menos. Dinheiro não é tudo, é consequência. O blog é seu, faça o que quiser. Mas esta é a minha postura e linha editorial.

Cortesia: em algum momento, você poderá receber ofertas de parcerias-cortesia. Ou seja, para que você receba algum produto para fazer uma apreciação. Mais uma vez, nada contra. Só deixe claro como funciona a sua política quanto a esse tipo de oferta.

As agências e empresas bacanas sabem que só o fato de enviar tal produto não significa que você irá comentar sobre. Caso comente, o bom senso sugere que se diga a verdade. Tanto se gostou ou não, conte quais os pontos que chamaram a atenção para o bem e para o mal. Numa situação extrema, o que foi enviado é muito ruim, você não se sente confortável em apontar os vários erros dele e é possível devolver. Devolva e dê um feedback para o seu contato.

Veja bem, é uma resenha/review e não uma nota de release de lançamento. É muito mais fácil só falar que existe tal coisa do que dar a cara a tapa com a sua opinião. E novamente, existem sites especializados nisso: em ficar em cima do muro.

Considerando que o seu blog é de nicho saiba que o seu valor é diferenciado, pois o público é especifico. Ou seja, realmente quer saber mais sobre determinado assunto. Isso eleva a sua relevância e claro, seu valor de mercado. Mas óbvio, o blog deve ter uma visitação expressiva. E quando pedem exclusividade não tenha pudores em aumentar a quantia.

Recomendo atenção ao tratar de negócios com agências e afins. Informe como você trabalha, o que está incluso no serviço. Combinado não sai caro.

O mercado mostra que investir em blogs dará retorno (financeiro, claro). E muitas organizações estão apostando nisso. Até este ponto, nada de errado. O problema é quando não se joga limpo. Uma negociação só é boa quando os dois lados ganham.

É muito mais interessante captar conteúdo gerado por blogueiros do que ter várias equipes de jornalistas para produzi-lo. O custo de se manter colaboradores é bem mais alto, não? Faça as contas.

Ou seja, exija respeito. Verba sempre existe, sempre. Não se venda por espelhos.

Monetizar: Dinheiro!

Também envolve lucro, mas você indo atrás. Os famosos programas de afiliados que existem de todos os tipos.

  • Adsense: é o sistema de propagandas do Google. São aqueles que vem escrito “Anúncios Google”. Você precisa se cadastrar no serviço e colocá-lo o seu blog. Dependendo de como for o seu público pode te render bem ou não.
  • Afiliados: você recebe uma porcentagem X sobre a venda de produtos originadas no seu blog. Mas toda transação é feita pelo site, o único trabalho é colocar os banners e links de produtos.
  • Propaganda direta: é quando você vende espaço publicitário no blog tanto para banner ou artigo pago. Normalmente o contato é feito por agencias de publicidade. Para que você seja escolhido ou cogitado é necessário ter ferramentas que monitorem a sua visitação (por exemplo, google analytics).

Tudo junto e misturado

O que foi dito até agora são apenas e nada mais do que sugestões. Faça aquilo que acreditar ser mais interessante, invente novas, faça do seu jeito.

É somente um blog, você o começou por diversão, não é mesmo? Não se leve e nem o blog muito a sério. Saia e viva. Tenha sempre isso em mente. :)

Muito Longo; Não Li (ML;NL)

Seja legal, seja honesto e abuse do bom-senso.

Você lendo o PratoFundo: site totalmente independente sobre comida possível com receitas para o dia a dia, ocasiões especiais, e associado a Ciência de Alimentos. Gostou do nosso conteúdo? Você pode ajudar, APOIE O PRATOFUNDO!
Artigo por: Oi, Eu sou o Vitor Hugo!

Farmacêutico, Produtor Gastronômico e Comunicador de Ciência de Alimento. Uma combinação diferente, né? Vem saber mais…

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11 Comentários (Deixe o seu!)
  1. Criei um no Blogger agora pouco e precisava de um norte, agora me achei \o/. Dicas realmente muito úteis, obrigada! :)

  2. Olá , eu penso em abrir um blog de culinária e adorei muito as dicas são maravilhosas vou aplica-lás

  3. Olá, tudo bem?
    Gostaria de sua autorização para linkar seu site no meu, pois acho muito importantes as dicas que você dá, além de gostar muito da forma como você coloca os fatos nos seus textos.

  4. Gostei muito das dicas e muitas vou adotar no meu blog! :) Brigadim!
    Bjs

  5. @Tiago: Agradeço os elogios! :D A gente faz o que pode e agradecemos a preferência, hahahahah.

    @Amanda: Humm… o Feedburner funciona em praticamente em todo site que tenha o endereço para RSS. Porém, não sei como o wordpress gratuito está lidando com isso hoje em dia. Mas creio que não ocorra problemas.

    @Leandro: começa é o mais fácil, manter são outros 500! Como a gente bem sabe, né? heheheh

    @Janna: yyyyyeeeeeeap! :D

    @Moira: gosto tanto de anfíbios, principalmente os da ordem anura. Aqui no Brasil pernas de rãs são petiscos em alguns lugares, tenho vontade de experimentar. Mas fico com pena do bicho, hahahah

    @Luiza: uia, faz gastronomia onde? Que bacana! :D Agradeço os elogios e fique a vontade!

  6. Olá, a pouco tempo venho lendo seu blog, faço faculdade de gastronomia e gosto muito de suas dicas e receitas (ainda não fiz nenhuma pq faltou tempo, mas ainda farei).
    Gostei do post, foi bem objetivo e útil pois muita gente
    tem ideia de criar um blog e nunca sabe o que fazer.
    Virei fã do blog, e leitora assídua!
    Um abraço,
    Luiza

  7. Lembro-me de ter lido esse artigo no Delicious Days, um blog que muito admiro e que já lia, mesmo antes de ter o meu.
    Esses conselhos deviam ser lidos por todos os blogueiros de gastronomia. Eu também sou muito desconfiada com pessoal muito “kiducho” que deixam comentários tolos e dão mimos e selinhos a torto e a direito, mas há gente que adora e ao fim e ao cabo parece que na net há espaço para tudo.
    Mais uma vez adorei a rã :)
    Sabe que eu gosto tanto desses bichinhos que sou incapaz de comer perninhas de rã, e dizem que é um petisco…
    Um abraço
    Moira

  8. B-O-A !!

  9. Sensacional o post!
    Muita gente tem vontade de começar, mas não sabe como… eu era assim!
    Demorei um ano pra por o CP no ar… mas fiz tudo bem direitinho, acredito que os resultados vieram acima do que esperava!

    Parabéns pelo post, velho!

    Leandro

  10. Uma das minha inspirações para começar a blogar foi o blog da Simone e o seu. Tinha muita curiosidade sobre as espumas, e no seu encontrei um artigo que falava sobre elas.
    Muito Boas a suas dicas. Posso fazer uma pergunta? O feedburner funciona para o wordpress? Pretendo comprar o meu domínio logo vc tem alguma dica?
    Beijos
    Amanda

  11. analogia e dicas perfeitas! Parabéns, virei fã.
    @tiagomx