
Não conheci a Joy antes de avista-lá na prateleira da loja. Num primeiro momento imaginei que fosse alguma bebida alcoólica devido a embalagem, mas fui surpreendido ao perceber que eram sucos refrescos, como foi bem frisado pela assessoria lá no facebook.
Não chega a ser integrais, mas é visível um certo turvamento do líquido mostrado que a base ainda são as frutas. Fui atraído por causa da garrafa. Sou desses que normalmente compra por causa das embalagens do que pelo produto em si, às vezes.
Além do fato de ser um sucos refresco, o que fez fechar a comprar foi o texto no rótulo do produto. Não tive como não trazer. Escolhi dois sabores de limão (zero açúcar) e frutas vermelhas.
Na Joy Zero de limão:
Cada garrafa de Joy Zero vem com algumas promessas: nada de ser doce demais, nossa principal bandeira, e baixas calorias. Uma bebida super leve, com muito sabor e sempre sem conservantes, espessantes ou corantes artificiais.
Já experimentei sucos/refrescos de limão industrializados melhores. Esse tinha um fundo canforado normalmente encontrado em bebidas cítricas (limão e laranja, principalmente) devido ao processo de pasteurização, ao menos, sinto esse gosto diferente.
O grande barato disso é que a própria empresa reconhece que a formulação ainda não está 100%. Incrível admitirem isso! No site (JOY) deles tem o seguinte:

Joy de frutas vermelhas:
A gente queria fazer uma bebida para matar a sede de maneira leve mas muito sabor. Pouco doce, e sem aquele monte de açúcar da maioria as bebidas. Ah, e óbvio, tinha que ser com a própria fruta. Deu trabalho, mas tomara que você goste. Isso é Joy. Um conceito diferente para matar a sede.
O turvamento que comentei antes, nesse de frutas vermelhas é mais perceptível ainda. Deixar a garrafa descansando que os sedimentos se depositam no fundo da garrafa.
Entre os dois, frutas vermelhas sai na frente. Gostei bem mais, mesmo tendo um pouco de aromatizante, não ficou com aquele gosto de artificial. O sabor de framboesa era bem notável e depois, de morango.
Cada uma custou r$4,50 em terras interioranas, achei o valor bem justo pelo que foi entregue. Alguém mais já provou?
